O autor explora contrastes que o imaginário popular do Nordeste do Brasil processou ao conceber danças dramáticas e autos. As falas traçam a genealogia dos líderes religiosos, ao mesmo tempo em que, em tom de oração, fazem exortações sobre a guerra e a paz. A personagem em cena é uma Rainha do Maracatu que se apresenta como uma espécie de Medéia africana, mãe primordial detentora do poder de vida e morte em relação aos seus filhos.
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