TRANSMITOLOGIA – DF

A peça dá voz a necessidade de retratar a interação íntima entre o contexto de violência que a personagem vive e os afetos e sentimentos por ela impulsionados, e como essas mesmas sensações são capazes de acionar potências criativas para novas possibilidades de mundo.

Maria Léo Ararura

Foi decretado o fim do mundo e o extermínio de nossa colônia. Restaram apenas abrigos subterrâneos com gênero bem definido. Nestas ruínas arquitetônicas e conceituais, uma travesti sobrevive formando uma guerrilha munida de “palavras hormonizadas” que ainda não conseguem ser escutadas.

A peça dá voz a necessidade de retratar a interação íntima entre o contexto de violência que a personagem vive e os afetos e sentimentos por ela impulsionados, e como essas mesmas sensações são capazes de acionar potências criativas para novas possibilidades de mundo.

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Ficha técnica

Texto e atuação: Maria Léo Araruna
Direção: Kika Sena
Trilha sonora original: Arnold Gules Airala
Iluminação: Ana Quintas
Cenografia: Equipe Transmitologia

Texto e atuação: Maria Léo Araruna
Direção: Kika Sena
Trilha sonora original: Arnold Gules Airala
Iluminação: Ana Quintas
Cenografia: Equipe Transmitologia

Texto e atuação: Maria Léo Araruna
Direção: Kika Sena
Trilha sonora original: Arnold Gules Airala
Iluminação: Ana Quintas
Cenografia: Equipe Transmitologia

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